CNV
Comunicação Não Violenta: como transformar conflitos em diálogo
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Muitos conflitos crescem não pelo assunto em si, mas pelo modo como falamos. Acusações, generalizações e julgamentos costumam gerar defesa — e a conversa trava.
A Comunicação Não Violenta propõe quatro passos: observar o fato sem julgar, nomear o que sentimos, reconhecer a necessidade por trás desse sentimento e fazer um pedido claro e negociável.
Compare: “Você nunca me escuta” e “Quando você olha o celular enquanto eu falo, fico frustrado, porque preciso de atenção. Podemos conversar sem o celular por alguns minutos?”. A segunda frase abre espaço para o diálogo.
A CNV não é uma fórmula mágica, mas uma prática. Com o tempo, ela ajuda a escutar também o que o outro sente e precisa.




