Reconhecer a experiência de quem sente dor
A dor é uma experiência real e singular. O olhar biopsicossocial considera fatores físicos, emocionais e sociais, sem concluir que a dor é imaginária ou que a pessoa é responsável por senti-la.
O cuidado psicológico acolhe os impactos da dor na vida cotidiana: mudanças na rotina, dificuldades nos vínculos, frustração, medo e cansaço. Reconhecer essas experiências pode ajudar a comunicar necessidades e participar das decisões sobre o próprio cuidado.
Recursos para lidar com o cotidiano
A escuta e a consciência da experiência presente podem apoiar o reconhecimento de emoções, limites e necessidades. O trabalho busca ampliar recursos de enfrentamento, regulação emocional e comunicação com pessoas próximas e profissionais de saúde.
As propostas são construídas respeitando a condição de cada pessoa. Não se trata de exigir uma atitude positiva, ignorar a dor ou oferecer uma promessa de cura, mas de acompanhar a experiência com acolhimento e responsabilidade.
Um cuidado sempre complementar
A atuação do Instituto GN é psicológica e complementar. Não substitui avaliação médica, fisioterapia, medicação prescrita ou outros tratamentos indicados. Alterações no tratamento devem ser discutidas com os profissionais responsáveis.
Entre em contato para conhecer as possibilidades de apoio psicológico. Sintomas novos, agravamento da dor ou situações de urgência devem ser avaliados por um serviço de saúde; o contato com o Instituto não é um serviço de emergência.


